A boca só se cala quando tiro acerta, eu sou sangue o defunto no chão da favela a oração da tia sem cómida, o mendigo com a perna cheia de ferida, eu rimo o ladrão que mata o playboy, o vicíado que toma tiro do gambe do GOE, o detento que corta o pescoço do refem, o alcolatra no bar bebendo 51 também, conto a história do traficante, do ladrão no banco bebendo seu sangue, do muleque com a testa no muro da febem, do nordestino tomando sopa na CETEM, canto o corpo que boia decomposto no rio, a12 que entra na mansão a mil, cadê o dinheiro tio não temm então Bum vai pra puta que os pariu. O meu assunto é favela farinha detenção sou locutor do inferno até a morte Facção, é uma gota de sangue em cada depoimento, infelismente é RAP violento, Lamento versos sangrentos! Pode ligar pode ameaçar enquanto atampa do caixão não fexar minha voz tá no ar!!!


Leia este blog no seu celular